O tema Estratégia Corporativa é bastante discutido no dia-a-dia das empresas e creio que com bastante propriedade em alguns casos (não vamos discutir o que é verdade absoluta para corporações e profissionais, cada um acredita naquilo que quer). Apesar disso, nossas empresas desenvolvem ações de planejamento estratégico ou de gestão estratégica.
Denominamos ações de planejamento estratégico à medida que as estratégias são revisadas em uma vez ao ano ou qualquer outra periodicidade definida. A gestão estratégica, por sua vez é uma filosofia, onde os temas estratégicos estão presentes em todas as ações, ou pelo menos deveriam estar. Com isso, podemos compreender que o primeiro tem caráter estático e o segundo atende aos propósitos de respostas ágeis.
Conforme descrito por Henry Mintzberg no livro “Ascensão e queda do Planejamento Estratégico”(2004), o processo estratégico pleno é dinâmico e as estratégias de fato executadas pela organização nem sempre foram deliberadas. Se corresponderem totalmente ao planejamento, não proporcionaram aprendizado; se não forem nada planejadas, indicam falhas clamorosas no controle gerencial
Sob esse ponto de vista, a estratégia de nada adianta se não for flexível. Mais do que um caminho é um princípio, que deve ser desdobrado por todos os processos organizacionais.
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